Sala de estar com o teto e as paredes completamente enegrecidos pelo fumo do incêndio.

Incêndio · 26 de julho de 2025

Ardeu tudo.

421 dias que uma família de cinco vive na sala da avó. O pai tem dois empregos. A mãe trabalha num hotel. Só o chão da casa custa 1.500 €.

Se 1.500 pessoas derem 1 €, o chão está pago.

O que aconteceu

Numa noite, uma casa inteira deixou de existir.

Na madrugada de 26 de julho de 2025 o fogo entrou nesta casa e não deixou nada de pé. Não foi um quarto nem uma divisão: foi a casa toda — o teto, as paredes, o chão, as camas, a roupa, a loiça, a comida no frigorífico. Ficaram literalmente com a roupa do corpo.

Desde então, cinco pessoas — o pai, a mãe e três filhos — vivem na casa da avó. Mais precisamente, na sala dela. Não é um arranjo temporário de umas semanas: já vai em 421 dias.

Ninguém está à espera de um milagre. Estão à espera de conseguir juntar, peça a peça, o dinheiro para tornar a casa habitável outra vez. E começa tudo pelo mesmo sítio: é preciso um chão.

  • 421 dias fora de casa
  • 5 pessoas numa sala
  • 3 filhos para criar
  • 2 empregos do pai

Boa noite ou bom dia. Venho aqui pedir a vossa ajuda para reconstruir a minha casa. Quem puder doar, ou pelo menos partilhar com outras pessoas — eu e a minha família ficamos agradecidos pela ajuda.

Filipe pai de família

Quem são

Não é falta de trabalho. É que o trabalho não chega.

Esta não é uma família à espera que alguém resolva o problema. É uma família que já está a trabalhar todos os dias para o resolver — e que precisa de um empurrão para lá chegar.

O pai

Sai de madrugada para o mar, como pescador. Quando volta, vai trabalhar para o Estádio do Nacional. São dois empregos, todos os dias, para sustentar cinco pessoas e ainda tentar juntar o dinheiro da obra.

Trabalha como um condenado — e mesmo assim não chega.

A mãe

Trabalha num hotel. Entrou para ajudar a juntar o dinheiro da reconstrução, porque um ordenado sozinho nunca lá chegaria.

Dois ordenados a puxar para o mesmo lado, há mais de um ano.

Os três filhos

Três filhos — dois deles ainda menores. Há mais de um ano que não têm quarto, não têm espaço para brincar e não têm uma porta para fechar. Dormem todos na mesma divisão, na casa da avó.

Uma sala não é uma casa.

O primeiro passo

Antes de tudo o resto, é preciso um chão.

Soalho de madeira levantado e apodrecido, junto a uma parede vermelha manchada pelo fumo.
O soalho, depois do fogo e da água que o apagou.

Não se mobila uma casa sem chão. Não se põe lá uma criança sem chão. É por aqui que a reconstrução tem de começar.

Só o chão custa

1.500 €

≈ R$ 8.832,60 à cotação de 20/09

Mil e quinhentos euros é pouco para uma obra e é muito para quem já não tem nada. Para um pescador com dois empregos e três filhos, são meses inteiros a poupar aquilo que não sobra.

E isto é só o chão. Falta a casa toda.

Os 1.500 € resolvem uma única coisa: o piso. Depois do chão, continua a faltar tudo o resto.

  • Paredes e tetos
  • Cozinha
  • Quartos
  • Casa de banho
  • Portas e janelas
  • Mobília e eletrodomésticos
  • O chão 1.500 € O primeiro passo. É por aqui que a obra tem de começar.
  • O essencial para voltar a habitar 10.000 € O mínimo para a família poder sair da sala da avó e voltar para dentro de casa. É esta a meta que muda tudo.
  • A obra completa ≈ 40.000 € Casa inteira reconstruída: paredes, cozinha, quartos e casa de banho.

Nota honesta: os 40.000 € são uma estimativa da obra toda, não um orçamento fechado. O número que interessa mesmo é o dos 10.000 €: é quanto custa tornar a casa habitável outra vez. E dentro desses, o chão são os primeiros 1.500 €.

A conta é simples

Ninguém tem de dar muito.
Só têm de ser muitos.

Uma pessoa, um euro. Se forem cem pessoas, são cem euros. Se forem mil e quinhentas, o chão está pago. E se forem dez mil, a família volta a ter casa. É literalmente esta a matemática — arrasta e vê.

Cada pessoa dá
1 pessoa 2.000

100 pessoas × 1 € =

100 €

≈ R$ 588,84

1% do chão · faltam 1.400 €

Simulador ilustrativo — serve para mostrar a escala do problema. O valor realmente angariado está na página do GoFundMe.

O que o lume levou

Isto não é uma casa a precisar de pintura.

Fotografias tiradas dentro da casa depois do incêndio. Toca numa imagem para a ver em grande.

Como ajudar

Três formas. Todas contam.

Mais direto

MB WAY

O dinheiro chega diretamente ao pai de família, sem intermediários nem comissões.

Número MB WAY

967 574 063

Valor sugerido
  1. Abre a app MB WAY no telemóvel.
  2. Escolhe Enviar dinheiro.
  3. Cola o número 967 574 063.
  4. Escreve o valor (1 €) e confirma.

De qualquer país

GoFundMe

A campanha oficial da família, criada pelo próprio Filipe. Aceita cartão e funciona de fora de Portugal — incluindo do Brasil.

Doar no GoFundMe

Abre numa nova janela em gofundme.com. O GoFundMe cobra uma pequena taxa de processamento; o MB WAY não cobra nada.

Custa zero

Partilhar

Não podes doar? Partilha. Uma partilha que chegue à pessoa certa vale mais do que muitos euros.

Transparência

  • Este site não é uma instituição nem recebe dinheiro. É apenas uma página feita para dar a conhecer o caso.
  • O MB WAY vai diretamente para o número do pai de família, 967 574 063. Nenhum valor passa por terceiros.
  • O GoFundMe é a campanha criada pela própria família e é lá que se vê o total angariado até hoje.
  • Todas as fotografias desta página foram tiradas dentro da casa depois do incêndio e cedidas pela família.

Contacto direto

Fala com a família.

Se quiseres ajudar de outra forma — material de construção, mão de obra, mobília, ou simplesmente confirmar que isto é real — liga ou manda mensagem.

Site desenvolvido pelo Samuel Lopes, da Ponto Digital, gratuitamente, para ajudar esta família que se encontra aflita.

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